Silvio Cerceau é conhecido por abordar temas dos quais a sociedade se esconde. Faz da vida um cenário, um observatório para a criação de seus conflitantes romances. Com muita placidez envolve o leitor na trama, e muitas vezes qualquer pessoa pode se encontrar como personagem.


Nascido em São Paulo, mora em Belo Horizonte desde os três meses de vida.


Hoje é reconhecido nesse seu espetacular talento, criar histórias da vida.


Cerceau iniciou seus escritos ainda no anonimato, na adolescência, época em que lia as obras de Sidney Sheldon e escrevia poemas. Aos dezesseis anos, começou a se dedicar com mais afinco à literatura, e escrevia textos sobre amores perdidos e dores coletivas. À época, tudo não passava apenas de “coisa de adolescente que não tinha o que fazer”, os primeiros indícios de um Dom e que Cerceau tinha cada vez mais certeza: escritor era a carreira que ansiava para sua vida.


Para Cerceau, “devemos ter objetivos na vida e fazer o possível para realizá-los. Meu maior objetivo com a literatura é o de levar mensagens de otimismo e superação ao público, mesmo que seja mostrando a triste realidade de muitas vidas”, entre as maiores realizações alcançadas em sua carreira como escritor, ele destaca o fato de a obra Vitrine Humana, ter figurado por três meses na lista dos livros mais vendidos em Belo Horizonte, o que lhe renova o fôlego para realizar a grande meta de sua carreira: chegar aos 10 mais vendidos do Brasil. Atualmente, o escritor já publicou, além de Vitrine Humana (2004) e Vitrine Humana II (2006), Desejo Alheio (2005), Encontros & Despedidas (2006), Impossível Esquecer (2007), reino de deus (2008), Com Amor Não Se Brinca (2008), Um Sonho Que Ficou (2009) e Vinho Guardado (2009).


Apesar da preferência pelo épico-narrativo, Silvio Cerceau também escreve textos líricos entre um trabalho e outro. " O gênero lírico permite que o autor demonstre muito de sua personalidade." Quando perguntado sobre a possibilidade de lançar um livro de poesias, Cerceau revela que este é um projeto futuro."Escrevo-as para desafogar meus sentimentos, voltando-me a um momento especifico e profundo, diferentemente do texto narrativo, onde busco discutir a sociedade como um todo, não simplesmente o eu poético. Já o conto é um dos gêneros literários da prosa de ficção e possui vários elementos que lhe dão características próprias. Um conto é cuidadosamente citado e deve ter unidade. Todos os seus detalhes desempenham um papel preciso e ampliam seu efeito."

Diversos fragmentos de sua obra estão disponíveis no blog do escritor.


 

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